O Matria nasceu de uma constatação simples: a rotina de uma mãe atípica é feita de informação demais para caber na cabeça de uma pessoa só.
Consultas em três especialidades diferentes, laudos que chegam por e-mail e somem, orientações de cuidado que mudam a cada avaliação, uma agenda que precisa encaixar terapia, escola e trabalho. Hoje isso vive espalhado entre cadernos, capturas de tela e conversas de mensagem — e a conta cai sempre na mesma pessoa.
Reúne num lugar só o que hoje está espalhado: uma ficha por criança com as neurodivergências, os cuidados e os documentos; um calendário com os compromissos de cada filho; um registro de humor para a mãe acompanhar como ela própria está ao longo das semanas.
E acrescenta o que nenhum caderno dá: uma comunidade de mães atípicas, onde a pergunta que você tem já passou pela cabeça de outra pessoa, e uma rede de apoio, para dividir o acompanhamento com alguém de confiança sem abrir mão do controle.
Dado de criança é dado sensível. Nada do que você registra é vendido, compartilhado para publicidade ou usado para rastrear você em outros aplicativos. Você exporta o que é seu quando quiser, e exclui a conta pelo próprio aplicativo.
A mãe também é usuária. Não é só um aplicativo sobre as crianças. O registro de humor está ali porque quem cuida também precisa de cuidado.
Linguagem importa. Falamos em mães atípicas e em neurodivergências. Nomear direito é parte do respeito.
O Matria é desenvolvido pela MATRIA INOVA SIMPLES (I.S.), CNPJ 66.748.576/0001-40, no Brasil.
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